Hoje acordei com saudades, da minha amiga, da minha irmã, da minha menina. Hoje quis sentir seu abraço, sua palavra doce, seu olhar inocente, seu sorriso sedutor. Acordei rindo das nossas palhaçadas, dos segredos divididos e dos momentos passados. Ah, se a saudade matasse seria eu uma garota morta, morta por não estar ao seu lado a cada dia de sol, dia de chuva.
Se para amar é preciso sentir, se sentir significa ver, tocar ou ouvir, eis aqui a mulher que ama sem sentir. Se gritar, chorar e ser cruel alimenta minha idealização, que me leve ... Ó morte, junto a essa distancia que corta, machuca e destrói!
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