Coloquei a mão vagarosamente sobre meu peito e ainda senti meu sangue se desprendendo de mim cada vez com mais força e precisão. Isso me fez ter certeza de que a dor, minha amarga e indispensável dor da qual eu necessito para sobreviver, ainda estava lá. Talvez eu tenha me acostumado com ela, talvez agora ela faça parte da minha vida como um outro órgão qualquer, a diferença é: eu ainda, por incrível que pareça, consigo sentir meus órgãos.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Há dois dias não consigo sentir mais a típica dor que me mantêm viva, talvez porque eu esteja morrendo, ou talvez porque eu já esteja morta há muito tempo.
Coloquei a mão vagarosamente sobre meu peito e ainda senti meu sangue se desprendendo de mim cada vez com mais força e precisão. Isso me fez ter certeza de que a dor, minha amarga e indispensável dor da qual eu necessito para sobreviver, ainda estava lá. Talvez eu tenha me acostumado com ela, talvez agora ela faça parte da minha vida como um outro órgão qualquer, a diferença é: eu ainda, por incrível que pareça, consigo sentir meus órgãos.
Coloquei a mão vagarosamente sobre meu peito e ainda senti meu sangue se desprendendo de mim cada vez com mais força e precisão. Isso me fez ter certeza de que a dor, minha amarga e indispensável dor da qual eu necessito para sobreviver, ainda estava lá. Talvez eu tenha me acostumado com ela, talvez agora ela faça parte da minha vida como um outro órgão qualquer, a diferença é: eu ainda, por incrível que pareça, consigo sentir meus órgãos.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Bruna e suas coisas estranhas e assustadoras! kkk' amo vc *-*
ResponderExcluir